quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Já não estou aqui...deixei de ser quem era


8 comentários:

ADiniz disse...

Libera a represa para que a água siga seu fluxo natural.

Bjinhos Adio.

Judite (Dite) disse...

Talvez, com o tempo retornes a ser o que foste!
Um beijo,
Judite

Fernanda disse...

Umas grilhetas no rio???...
Ás vezes é bom fazer uma triagem e deixar ficar apenas o que é bom dentro de nós... não precisamos de deixar de ser quem somos,...apenas ficamos um bocadinho diferentes...:))mas o essencial a nossa essência essa deve permanecer e nunca mudar,...apenas devemos evoluir para melhor

Beijo e gosto destas fotos

António Machado disse...

Cara Amiga Pedrasnuas,

Filosófica afirmação que se pode adaptar a muitas situações.

A nossa essência, essa, permanece sempre a mesma estejemos nós onde estivermos.

Sobre as dicas que colocou lá no meu blogue digi-lhe o seguinte:

Se puder compre os alimentos naturais e, no caso do grão ou do feijão, quando os for cozer, coza-o numa panela de pressão pois conserva melhor todas as suas propriedades. Não os coza numa panela normal pois perdem-se muitos ingredientes que contêm.

Claro que todos nós já recorremos a ingredientes pré-cozinhados. Se a marca é de confiança, o que devefazer é escorrê-los em agua limpa para retirar todos os vestígios dos ingredientes que são utilizados na sua conservação.

Uma receita só para si:

Croquetes ou almondegas de feijão:

Com uma embalagem de feijão já cozido, reduza-o a puré, depois de o escorrer.

Aloure uma cebola pequena e um dente de alho partido aos pedacinhos em azeite.

Rale (como quem raspa a casca de um limão) meio chopuriço de soja e juntamente com os alhos, a cebola e o azeite, misture no puré de feijão.

Envolva tudo muito bem e tempere com salsa picada (ou coentros), uma pitada de noz moscada, uma pitada de sal e outra de pimenta de cayene.

Se o preparado ainda estiver muito mole, vá juntando aos poucos farelo de aveia ou cevada, até o preparado ganhar a consistência desejada. Se necessário rectifique os tempêros

Modele com as mãos pequenas bolas do preparado e passe-as por farinha, ovo batido e pão ralado.

Frite as bolinhas em óleo de girassol quente (bastam duas ou três voltas pois isto nao é carne.
Retire e escorra em papel absorvente.

Decorre com pequenos raminhos de salsa ou coentros e sirva-as com um arroz branco e salada.

Bon apetit

Um abraço

António Machado

Smile disse...

... para ser agua da vida.
Beijocas voadoras

António Machado disse...

Querida Amiga Pedrasnuas,

O acompamhamento do médico pode ser bom ou mau. Uma médica nutricionista fez uma experiência com um jornalista sobre a introdução ao vegetarianismo. Isto deu num programa da SIC ou da TVI há ns tempos não muito recuados.

Tirou análises ao sangue ao jornalista que se dispôs a fazer a eperiência. Depois fê-lo ter durante 30 dias uma experiência alimentar em que foram excluídas quase todas as proteínas obrigando-o a comer um regime vegan (só mesmo verduras e pouco mais). No fim dos 30 dias mandou repetir as análises e, claro, os valores tinham todos baixado.

Ora se fizer isto, claro que lhe acontecerá o mesmo.

A resistência à introdução ao vegetarianismo prende-se com os interesses comerciais instalados.

Mas, minha querida amiga, você fará como melhor entender. Se pensa que consultar um médico a sossega, com certeza, deverá consultá-lo. Não custa nada.

Eu sou vegetariano há mais de 11 anos e de cada vez que faço análises elas nunca têm os valores baixos. Nunca.

Um grande abraço

António Machado

O2 disse...

Nunca deixamos de ser quem fomos, apenas nos moldamos com o passar do tempo, com a experiencia, com a vida... nunca deixamos de ser quem fomos, apenas somos mais um pouco daquilo que fomos, somos uma soma, não uma subtracção!

Beijokas larokas

:)

Mary disse...

A água que não flui, que se represa, acumula os lixos...
mata espécies nativas.....
Como nós!
bjs